Tartar de salmão com creme azedo

Depois de mais de um ano sem atualizações, o Cumbuca Chique está de volta. Este ano foi de construção e muito aprendizado. Depois de um curso profissionalizante de em gastronomia, agora tenho toda a base que preciso para ensinar a mágica da cozinha.

Agora, além das receitas, o blog e a página também trará dicas úteis e informações das aulas de cozinha que tenho dado em casa

Pensei em começar tudo do zero outra vez, mas no começo do blog fiz algumas das receitas que mais gosto, por isso esta é uma etapa de recomeço.

 Agora deixa de conversa e que tal recomeçar com uma receita especial para o final de semana? Então, aproveite que o frio deu uma trégua e prepare esse tartar de salmão com salada de mini rúcula e creme azedo.

tartar de salmao_volta do cumbuca

Tartar de salmão 

O que você vai precisar: uma faca bem afiada (ela fará bastante diferença para facilitar o corte do peixe)

Ingredientes 

–       200g de salmão

–       2 pedaços de erva doce sem o talo

–       1 xícara (café) de alcaparra picada

–       4 colheres  cheias de sopa de azeite

–       suco de meio limão siciliano

–       flor de sal

Modo de preparo

Pique a erva doce finamente e o salmão em cubos pequenos. Misture-os com a alcaparra também picada, o azeite, o limão, acerte o sal e misture bem.

Creme azedo 

O que você vai precisar: batedeira

Ingredientes

–       1 xícara (chá) de creme de leite fresco

–       ½ limão siciliano

Modo de preparo

Bata os ingredientes em uma batedeira até que ele se transforme em um creme. Cuidado para não deixar por muito tempo senão o creme vira manteiga.

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Pudim de tapioca do Mocotó

A última vez que fui no restaurante Mocotó me apaixonei por uma sobremesa: o pudim de tapioca. O pudim em si já é maravilhoso, mas o que dá o toque especial é o coco queimado que vai por cima. Um dia, fuçando pela internet, qual receita eu acho no site do Mocotó? O pudim! Decidi que a melhor ocasião para testa-lo seria no meu aniversário. O resultado foi o prato sem mais nenhum pedacinho em menos de 20 minutos. Ele fez tanto sucesso que a partir dai, em todos os almoços que vou na casa da minha mãe, ela me pede para levar o pudim!

E ele fica lindo!

Ingredientes:

  • 75g de tapioca granulada
  • 375ml de creme de leite fresco
  • 200ml de leite de coco
  • 100ml de leite
  • 1 lata de leite condensado
  • 2 ovos
  • 2 gemas

Calda para a forma:

  • 200g de açúcar
  • 80ml de água

Calda de Coco Queimado:

  •     500g de açúcar
  •     150ml de leite coco
  •     100ml de água
  •     03 anis-estrelado
  •     Crocante de coco
  •     500g de coco fresco

Modo de preparo:

Pudim

Em uma panela, coloque primeiro o açúcar. Depois de derretido, adicione a água. Deixe até que vire uma calda homogênea e espalhe na forma do pudim.

Hidrate a tapioca com o creme fresco e o leite de coco por pelo menos duas horas e reserve. Em um recipiente, misture os ovos, as gemas, o leite e o leite condensado. Mexa bem, coe em uma peneira fina e junte à tapioca hidratada. Coloque a mistura na forma caramelizada e asse em banho-maria a 150º por 40 minutos ou até firmar.

Calda de coco

Caramelize o açúcar, depois adicione o anis, a água e o leite de coco. Cozinhe até obter o ponto de fio grosso.

Coco queimado

Espalhe o coco ralado em uma assadeira forrada com silicone ou papel manteiga e asse em forno baixo, mexendo sempre até dourar.

Pescada no forno com tomate e ervas

Sabe aqueles dias que você está com preguiça até de fritar um ovo? Esse peixe é ideal para esses momentos. Além de ser fácil e rápido, ele é bem leve e light.

Ingredientes

  • 4 filés de pescada branca
  • 2 colheres de sopa de azeite
  • 2 tomates italianos cortados e cubinhos
  • 10 folhas de manjericão fresco
  • 1 ramo de alecrim fresco
  • 2 colheres de sopa de salsinha picada
  • 5 azeitonas pretas (de preferência chilenas) cortadas em lascas
  • Pimenta do reino moída na hora e sal à gosto

Modo de preparo

Lave e seque os filés. Tempere-os com sal e pimenta e acomode-os em uma assadeira. Por cima, espalhe o azeite, as ervas, o tomate e a azeitona. Cubra com papel alumínio e leve ao forno médio por cerca de 10 minutos, tire o papel alumínio e deixe por mais 10 minutos.

Bolo de fubá com calda de goiabada

Tem dias que parece que só um bolinho de fubá caseiro, com gostinho de receita de vó salva. Este eu acabei de fazer e confesso que salvou meu dia.

Fica perfeito com café ou chá

Ingredientes

  • 1 xícara de chá de farinha de trigo
  • 2 ovos
  • 1 xícara de chá de fubá amarelo
  • 1/2 xícara de chá de óleo de canola
  • 1/2 xícara de chá de leite de coco
  • 1/2 xícara de chá de leite
  • 1 colher de chá de fermento
  • 1 xícara de chá de açúcar
  • cubinhos de goiabada a gosto
  • 2 colheres de sopa de coco ralado
  • 1 colher de chá de erva doce

Modo de preparo

Pré aqueça o forno à 180 graus. Unte uma forma redonda com margarina, salpique farinha e tire o excesso. Bata as claras em neve e reserve as gemas. Em outro recipiente, misture os ingredientes secos. Adicione às claras, as gemas, o leite de coco, o leite e o óleo. Misture. Adicione à massa a mistura seca e a erva doce e bata até obter uma massa homogênea. Coloque na forma e acomode os pedacinhos de goiabada, cada um em um local do bolo. Deixe por cerca de 40 minutos, ou até dourar.

Calda:

Derreta no microondas 100g de goiabada até que ela vire uma calda, bem mole. Jogue por cima do bolo ainda quente.

Ragù de carne para todas as horas

Essa receita é a minha mais nova paixão. Aprendi em um curso que fiz faz pouco tempo e me apaixonei. O motivo? Ela vira diversos pratos e pode ser congelada sem problemas. A professora deu a dica de fazer uma porção grande e congelar separadamente, assim, naqueles dias corridos, é só descongelar parte da receita. Outra dica: pode ser feita com carne de cordeiro, colchão mole ou alcatra. Eu fiz com a última das opções, mas da próxima vez pretendo fazer com cordeiro. Para terminar, a última dica. Este ragù pode ser servido por cima de um risoto básico, com purê de batatas ou até como molho de uma massa. Só não esqueça de reservar um tempinho para fazê-lo, já que o segredo é o longo tempo que ele fica cozinhando.

Este foi feito para um risoto

Ingredientes

  • 500g de alcatra cortada em cubos grandes (maior do que o corte do strogonoff)
  • 1 cebola médica picada
  • 4 talos de salsão cortado em pedaços de 3 cm
  • 3 cenouras pequenas cortadas em rodelas
  • 2 colheres de sopa de salsinha picada
  • 1 xícara de chá de vinho tinto (na aula ela ensinou com branco, mas preferi com tinto, vai do paladar de quem está cozinhando)
  • 4 tomates italianos pelados
  • 2 colheres de sopa de bacon em cubos
  • 3 colheres de sopa de azeite
  • Sal e pimenta do reino moída na hora à gosto

Modo de preparo

Tempere e carne com sal e, em uma panela com fundo grosso, sele-a. Reserve em outro recipiente. Na mesma panela, adicione o bacon, a cebola, o salsão, a cenoura e a salsa. Deixe-os suar. Adicione a carne e o vinho. Deixe cozinhar até que o vinho evapore quase que por inteiro. Acrescente o tomate picado grosseiramente (não deixe de colocar o suco que vem na latinha). Deixe cozinhar lentamente e, sempre que precisar, adicione água, mantendo-a abundante. Após aproximadamente uma hora, retire a carne e corte-a em pedaços bem finos. Devolva ao molho e deixe por mais cerca de 15 minutos.

Batatas ao murro

Elas ficam lindas, deliciosas e ainda são muito fáceis de fazer. Preparar as figurinhas carimbadas dos restaurantes portugueses em casa parece até piada. O truque da batata ao murro está no azeite. Como a receita leva poucos ingredientes é bom que estes sejam de boa qualidade. Utimamente tenho usado o Colavita, mas o Galo já está bem bom.

Ingredientes:

  • 6 batatas médias/pequenas
  • 2 ramos de alecrim fresco
  • 2 colheres de sopa de azeite
  • Sal a gosto

Modo de preparo

Cozinhe as batatas com casca em água salgada por cerca de 30 minutos ou até que elas estejam BEM macias. Tire-as da água e, com delicadeza, dê um pequeno murro nelas, de modo que elas rachem ao meio. Acomode-as em uma assadeira, regue com o azeite e adicione sal. Destaque o alecrim e jogue por cima. Deixe no forno (180 graus) até que ela comece a dourar ou ganhe uma crostinha crocante.

Risoto Thai

Como não estou comendo leite e nem derivados –leia-se queijo – tenho buscado alternativas para pratos que gosto e que vão leite. O mais difícil é o risoto. Essa foi uma receita que achei no site da GNT que é maravilhosa. No meu caso só troquei a manteiga por azeite e inovei um pouco: coloquei leite de coco também. Por ser um risoto mais picante, fica uma delícia em dias mais frios como os que estão fazendo.

Risoto Thai (picante!)

Ingredientes:

  • 100g de arroz arbóreo
  • 50ml de saquê
  • ½ vidrinho de leite de coco
  • 200g de camarão VM limpo
  • 150ml de caldo de frango
  • 70g de manteiga
  • ¼ de cebola
  • 1 dente de alho picado
  • 50g de cubos de abacaxi
  • 1/2 pimenta dedo-de-moça cortada em fatias finas sem semente
  • Pimenta calabresa
  • 2 colher de chá rasa de curry
  • Sal (a gosto)

Modo de preparo:
Preparo do arroz:
Em uma panela refogue o alho e a cebola na manteiga. Acrescente o arroz e logo em seguida o saquê, deixe até secar. Adicione aos poucos o caldo de frango e mexa sempre (sempre que começar a secar, adicione um pouco mais do caldo). Depois de colocar todo o caldo e quando o arroz estiver quase seco, adicione o leite de coco e deixe cozinhar até que o arroz fiquei menos líquido e ganhe mais cremosidade.

Preparo do camarão:
Em outra frigideira salteie os camarões na manteiga e adicionar o curry. Em seguida, misture os camarões com o arroz e acrescente os cubos de abacaxi e as pimentas.

Cumbuca de volta! Robalo com farofa de pão e ervas

Depois de um bom tempo longe, aqui estou eu de volta e com força total. Passei por um momento complicado, fiquei longe não só do computador como da cozinha também. Estou voltando aos poucos, mas agora com uma ressalva: nada de leite e nem derivados (parte da dieta que exige o medicamento que estou tomando). Confesso que muitas vezes me irrito com a restrição, mas já estou encontrando ingredientes que os substituam.

Para inaugurar a volta ao blog, nada melhor do que uma receita de classe, fácil de fazer e, dependendo, bem barata. Eu fiz com uma posta de robalo que é um peixe mais caro, mas também pode ser com outras variações.

Ficou bonito, não?

Ingredientes:

  •        Posta de 300g de robalo
  •        5 azeitonas pretas picadas em pedaços médios (de preferência use de boa qualidade)
  • 2 tomates picados em cubinhos
  •        2 dentes de alhos picadinhos
  •        1 cebola média picada
  •        5 fatias de pão integral picado
  •        salsinha, cebolinha, orégano e manjericão (todos frescos)
  •        6 colheres de sopa de azeite
  •        ½ limão siciliano
  •        sal e pimenta a gosto

Modo de preparo

Unte com azeite uma assadeira e deposite a posta do robalo. Tempere-o com sal, pimenta, esprema o limão e besunte com azeite. Reserve. Em uma frigideira grande, refogue a cebola com 3 colheres de sopa de azeite. Quando ela esbranquiçar, adicione o alho. Depois de refogados, acrescente o tomate e, em seguida, o pão. Deixe até que ele fique molhadinho e forme uma farofa soltinha, só cuidado para não amassar os pedaços– se precisar, adicione mais azeite. Tempere com sal e pimenta e, por último,  coloque as azeitonas e as ervas.

Pré-aqueça o forno (180 graus) e coloque o peixe. Depois que ele estiver começando a esbranquiçar, coloque a farofa por cima e deixe por cerca de 15 minutos.

Gastronomia pelo mundo – Lisboa

Continuando as dicas da Europa…

De todos os lugares que fomos, Lisboa foi onde comemos os melhores pratos e pelos menores preços (não dá nem para acreditar quando chega a conta). Primeira dica: quando o assunto são restaurantes, é sempre bom falar sobre o couvert. Quando você senta na mesa, já se depara com um monte de pães, saladinha de lula, croquetes, azeitonas e tudo o que tem de mais gostoso. Acontece que, diferente daqui, lá eles cobram por item, ou seja, se você apenas beliscar cada um desses terá que pagar por tudo, o que muitas vezes o valor de todas as entradas sai mais que o prato. Por isso, assim que sentar, olhe o menu e veja quais das entradinhas você vai querer e avise para o garçom o que você não vai consumir. Agora vamos ao roteiro…

Cozinha onde são feitos os pastéis

  Pastel de Belém

Parece uma dica meio obvia, mas acabei caindo no conto do pastel de Belém errado e me dei mal. Achei que em qualquer lugar de Lisboa esse docinho de ovo fosse gostoso, mas não. O melhor e tradicional fica só no bairro do Belém, ao lado do mosteiro. Isso porque, a receita dos pastéis originais foram dos monges que inventaram há mais de dois séculos. Além dos pastéis, por lá também vale experimentar os tradicionais bolinhos de bacalhau.

Serviço

Rua de Belém, 84

Saladinha de polvo - Cervejaria Trindade

Cervejaria Trindade

Essa dica foi de um amigo meu que morou durante um ano e meio em Lisboa e é um amante da boa gastronomia. Essa cervejaria não é incrível só pela comida como também pelo local. Ela é muito tradicional e tem uma arquitetura que lembra bares antigos (até porque é um) com arcos no teto e imagens pintadas em azulejos. Não deixe de pedir um copo de chopp que pode vir em três tamanhos e é uma delícia. A primeira vez que fomos, escolhemos pelos pratos. Eu pedi uma açorda de gambas (camarões). Esse prato é muito

tradicional, nele eles fazem uma massa de pão, com especiarias e muitos temperos e misturam com alguma carne, eu pedi com camarão. O André escolheu uma carne de porco, com uma cama de verduras e batata, também estava divino. Os pratos são bem grandes, então outra opção é pedir uma entrada e dividir um prato. Na outra vez que fomos, decidimos só petiscar. Pedimos um tremoço (o melhor que já comi na vida), pasteis de bacalhau, croquete e uma saladinha de polvo com pão. Também estava incrível.

Serviço:

Rua Nova da Trindade 20  1300-330 Lisboa, Portugal

Potugália

Gambas a Brás - Portugália

Fomos nesse restaurante no inverno e já estava uma delícia, imagino que no verão ele deve ser melhor ainda. Na margem do Rio Tejo, ele tem uma varanda de frente para a água. Além do preço ser inacreditável (paguei meu prato 7 euros!), os pratos também  são muito bons. Tem desde frutos do mar até carne. Eu pedi um prato do dia que era de gambas a Brás. Bem diferente, uma mistura de ovo mexido com batata palha, ervas e camarão, o André, que estava com saudade de comida brasileira, optou por um autêntico bife a cavalo com batata frita. Os dois deliciosos.

 

Serviço:

Avenida Brasília Edifício Espelho de Água

Solar dos Presuntos

Essa foi uma dica dos meus pais. Eles repetiram umas vinte vezes que nós tínhamos que ir e realmente valeu a pena. O restaurante conta com um ambiente muito legal, todo decorado com camisas de futebol, tem do mundo todo. Mas o melhor da história mesmo são os pratos. Ele serve comidas típicas portuguesas e não tem pedida melhor do que um bacalhau nesse caso, né? A entrada

André se deliciando com o bacalhau

optamos por uma saladinha de polvo acompanhada de pão português e manteiga e o prato principal um clássico: postas de bacalhau a Brás. Conclusão: um dos melhores que já provei na vida. O preço também é muito bom, gastamos 35 euros o casal.

Serviço:

R. das Portas de Santo Antão 150  1150 Lisboa, Portugal
213 424 253

Gastronomia pelo mundo

Depois de mais de um mês sumida, vou compensar com um post que vai valer a pena. O motivo do meu sumiço foi uma viagem que fiz com o André para a Europa. Passamos 20 dias passeando, conhecendo lugares incríveis e, lógico, comendo do bom e do melhor. E nada mais justo do que dividir todas essas dicas gastronômicas com vocês.

Para começar, uma sugestão que vale para todos os destinos: fuja dos restaurantes turísticos. Como identificar um destes? Normalmente são aqueles que têm um garçom na porta com um cardápio na mão te chamando para conhecer os prometidos melhores pratos. Esses locais têm grandes chances de reservar roubadas!

Outra informação importante: o que eles chamam de presunto na Europa é o nosso presunto cru e fiambre é o cozido, aquele que estamos acostumados a comer no café da manhã. A boa notícia é que por lá o presunto cru é muito barato e nada chique. Em qualquer lugar você pode comer uma porção ou um sanduíche por um ótimo preço!

Chegou a hora de começar a viagem… mas, como são muitas coisas para contar, vou postando aos poucos, dividindo por destinos. O primeiro será Roma, onde ficamos apenas dois dias.

Esquinas de Trasteveri

  Roma

Trastevere

O primeiro dia foi marcado por um destes restaurante turísticos que eu disse acima, mas o segundo compensou. A dica veio de uma amiga nossa que tem família italiana. Sem dúvida que valeu muito a pena e foi, inclusive, o melhor programa que fizemos em Roma. Trastevere é um bairro bem no estilo italiano, com roupas penduradas nas janelas dos prédios e bicicletas encostadas em canteiros floridos. Além disso, tem restaurantes gostosos e estilosos em toda esquina. A dica é passear pelo bairro e escolher o cardápio que mais te apetece.

Paramos em um mais escondido e almoçamos como reis. Para a entrada pedimos uma bruschetta com tomate e rúcula, o prato principal escolhi uma massa com molho de funghi secci e, para finalizar, um café curto. Portanto, se você for passar por Roma, conhecer Trastevere é tão obrigatório quanto conhecer o Colisseo.

Queria um desses agora!

Sorvete

Não tenho nenhuma dúvida que o melhor sorvete que já comi na vida foi na Itália. Sou bem tradicional quando o assunto são sabores e é difícil escolher um que não seja de chocolate. Tomei em três locais, mas o mais gostoso foi o de uma sorveteria na frente da Fontana di Trevi. Parecia até um mousse gelado, difícil de descrever!